Com o objetivo de alertar a população sobre o benefício do Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores Via Terrestre (Dpvat), o Ministério das Cidades lançou esta semana uma campanha que é veiculada em televisão, rádio, internet, revistas, jornais e mídia em ônibus.
Com a campanha, o ministério pretende esclarecer que a taxa obrigatória, que muitas vezes é confundida com imposto, é na verdade um seguro que em muitos casos não é usado por desconhecimento. "Todos que estão na rua participando do trânsito são potenciais usuários do Dpvat. Muitos não usam porque não sabem que podem ser beneficiados", explicou o ministro das Cidades, Marcio Fortes, lembrando que o seguro destina-se a acidentes de trânsito envolvendo automóveis, caminhões, tratores, ônibus, micro-ônibus, motocicletas, pedestres, passageiros e motoristas que venham a sofrer danos pessoais.
A indenização, no caso de despesas médicas, é de até R$ 2.700,00 e no caso de invalidez permanente ou morte, pode chegar a R$ 13.500,00 por vítima. No primeiro caso, quem recebe é a própria pessoa e em situações que ocasionem óbitos, 50% do valor são destinados ao cônjuge e os outros 50% aos herdeiros da vítima.
O ministro explicou ainda que o Dpvat funciona como qualquer outro seguro, pois existe a necessidade de se fazer uma reserva técnica. Se não ocorrer nenhum sinistro, o dinheiro fica com a seguradora para cobrir outros possíveis acidentes, sendo que 5% desse fundo podem ser utilizados para campanhas de segurança e educação.
Para receber a indenização, o interessado deve procurar uma seguradora conveniada, com seus documentos. No site www.dpvatseguro.com.br estão disponíveis a lista de documentos bem como a de seguradoras. A solicitação deve ser feita até três anos a contar da data do acidente.
Fonte: UOL
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Imposto do carro vai ficar mais barato em todo o País

Em São Paulo, donos de 13 milhões de veículos vão pagar, em média, IPVA 9,3% menor em 2010, pelas contas da Secretaria Estadual da Fazenda. Não houve redução de alíquota. A explicação é outra.
A redução no IPVA do ano que vem é reflexo do corte do IPI este ano. A queda do preço dos carros novos forçou uma desvalorização dos veículos usados. Como o imposto é calculado sobre o valor de venda, os contribuintes vão pagar menos.
O dono de um carro 1.6 quatro portas modelo 2008, hoje está avaliado em R$ 28.200, pagou R$ 1.296 de IPVA este ano e pagará R$ 1.208 ano que vem, economia de R$ 88.
Do ano passado para cá, em todo o País, os carros usados desvalorizaram em média 9%, segundo a FIPE, que faz o levantamento de preços para a maioria dos Estados.
Como a redução do IPI é de abrangência nacional, motoristas de todo País também sentirão o alívio no imposto, mas o desconto varia de Estado para Estado.
Mas a boa notícia só tem um efeito colateral. "É uma medida que gera dois impactos: um benéfico, do ponto de vista tributário, de reduzir o IPVA. Mas outro maléfico, reduzindo o valor do seu patrimônio".
fonte: www.globo.com/jornaldaglobo
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
E se os meus freios parassem de funcionar?

Imagine que você está dirigindo por uma auto-estrada. Quando está para pegar ums saída, você pisa no freio, mas a velocidade não diminui. Não importa o quanto você pisa, nada acontece. Você está sem freio! O que você faria?
Quando você pisa no pedal de freio de qualquer carro de hoje, você pressiona um pistão. Esse pistão empurra o fluido de freio no cilindro-mestre, pressurizando-o. O fluido segue por tubos finos, chamados tubulações de freio, até chegar aos pistões em cada roda. Esses pistões aplicam pressão sobre as pastilhas ou fazem as lonas de freio se expandir, comprimindo um disco ou um tambor, respectivamente, para parar o carro. Se você tivesse uma perda séria de fluido de freio ou se alguém cortasse as tubulações, nada aconteceria quando você pisasse no pedal.
A primeira coisa a se fazer se algum dia você se encontrar em uma situação dessas é tentar pisar várias vezes no pedal de freio. Se as tubulações de freio tiverem um pequeno vazamento (em vez de um corte), você pode conseguir mandar fluido suficiente para o sistema e manter as coisas sob controle.
A segunda alternativa é tentar o freio de estacionamento – também conhecido por freio "de mão". Se as tubulações de freio estiverem cortadas e você descobrir que o freio de estacionamento também não está funcionando,então, o que você deve fazer?
Agora você definitivamente tem um problema. O próximo passo é tentar usar o câmbio. Você pode reduzir uma marcha por vez e usar o motor como freio. Muitas pessoas têm o costume de fazer isso com a caixa manual. Isso funciona da mesma maneira com uma caixa automática. Reduza uma marcha, espere a velocidade diminuir e depois reduza mais uma. Se houver um canteiro central gramado, você pode pôr o carro nele para auxiliar o processo. A superfície da grama e o solo irregular oferecem uma pequena resistência, que ajuda a diminuir a velocidade do carro.
fonte: www.carros.hsw.uol.com.br
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