sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Dpvat: 45% das vítimas indenizadas têm até 30 anos

Dados da Seguradora Líder indicam que 44,9% das vítimas de acidentes no trânsito que receberam indenizações do seguro obrigatório de veículos (Dpvat) em 2009, tinham de 16 a 30 anos. As idades de 20,6% dos acidentes iam de 31 a 40 anos. A faixa etária de outros 21,4% variava de 41 a 60 anos. Apenas 4,1% das indenizações foram direcionadas a menores de 15 anos e 8,1% a maiores de 61 anos.
De acordo com a seguradora, das 256.472 indenizações liberadas no ano passado, 53.052 (20,7%) foram pagas às famílias de pessoas mortas nos acidentes, o que representa uma média mensal de 4.421 óbitos ou de 147,3 por dia.
A maior parte desses valores, contudo, foi destinado às pessoas que ficaram inválidas - 118.021 (46%) - ou ao pagamento de despesas médicas e hospitalares (85.399, o equivalente a 33,3% do total).
Foi apurado ainda que 145.699 vítimas de acidentes (56,8% do total) estavam em motocicletas ou em acidentes provocados por esse tipo de veículo. Segundo a Seguradora Líder, esse percentual está bem acima do referente aos automóveis (34,7%), ônibus (2,3%) ou caminhões (6,2%).
Do total de R$ 1,8 bilhão de indenizações do Dpvat pagas em 2009, o maior percentual (30,6%) foi destinado às vítimas de acidentes registrados na Região Sudeste ou aos seus familiares. Para o Sul, foi encaminhado o correspondente a 27,8% do valor total. O restante seguiu para o Nordeste (21,3%), Norte (11,1%) e Centro Oeste (9,1%).
Em quantidade de indenizações, 38% foram pagas no Sul do País; 28,7% no Sudeste; 19,2% no Nordeste; 7,4% no Norte; e 6,7% no Centro Oeste.


Fonte: Portal Nacional Seguro

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Valor para renovar CNH volta a ser limitado


O Departamento Estadual de Trânsito (Detran) revogou no dia 11.02, a portaria 245/2010, do próprio órgão, que havia liberado os Centros de Formação de Condutores (CFCs) para estipularem os valores a serem cobrados para a renovação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Com a revogação, os CFCs podem estabelecer os valores, desde que não excedam R$ 60 para o curso presencial, R$ 33 para os a distância e R$ 28 para a prova eletrônica.

A Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que o Detran se 'precipitou' ao elaborar a portaria. A medida havia sido tomada em virtude de uma decisão da 12ª Vara da Fazenda Pública, que considerou inconstitucional a limitação dos valores - o argumento é que o Detran não tem competência para regulamentar taxas.

"De fato, a sentença judicial que motivou o ato foi proferida em primeira instância, cabendo recurso de apelação ao Tribunal de Justiça, já interposto pela Procuradoria Geral do Estado", informou a SSP por nota. O secretário Antônio Ferreira Pinto requisitou o afastamento dos responsáveis pela medida e a apuração do caso.

O governador José Serra afirmou nesta quarta-feira (10) que iria encaminhar à Assembleia Legislativa um projeto de lei regulamentando a cobrança, estabelecendo os valores e as formas de reajuste. Agora, o governo afirma que vai aguardar a decisão do processo em tramitação para decidir se mantém os planos.

fonte: g1.com.br

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Saiba como valorizar o 'passe' do seu carro na hora de vender


Qualquer pessoa que tenta vender o carro usado quer fechar o negócio pelo preço de tabela. Tarefa difícil, diante de compradores que garimpam o mercado por valores mais em conta.
O item mais importante para a valorização dos carros é o histórico.É importante reunir as notas fiscais que comprovem todas as reparações e alterações que foram feitas no carro. Elas são importantes para comprovar o que foi feito no veículo.
Como por trás de qualquer venda existe a confiança do comprador em relação ao vendedor, é importante a transparência sobre os reparos que o carro precisa.
É importante que o proprietário do veículo pesquise o valor do conserto em, pelo menos, três oficinas de confiança. Se o custo ficar alto, uma alternativa é descontar o valor do reparo do preço de venda. Nesse caso, o proprietário deve explicar ao comprador o motivo do desconto do valor e mostrar os orçamentos feitos pelas oficinas.
“Você vê na tabela que o seu carro vale R$ 20 mil. Mas o mecânico diz que o veículo está com batida no motor e que o conserto custa R$ 4 mil. Se não quer arcar com o custo, venda o carro por R$ 16 mil e diga exatamente ao comprador o que é preciso fazer no carro. Isso é uma relação amistosa”, recomenda o diretor do IQA.
De acordo com o consultor da Oficina Brasil, a vantagem para o comprador neste caso é que ele poderá escolher o lugar de sua confiança para fazer a reparação. Assim, o negócio traz benefícios para os dois lados.


Fonte: G1