quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Direção sem neura em 4 etapas

Uma crença comum entre pessoas que têm medo de dirigir é a de que elas nunca serão capazes de superá-lo. A também equivocada ideia de que o pânico deveria desaparecer como num passe de mágica soa irreal demais e colabora para adiar o encontro com o volante. A coragem para dirigir, entretanto, é conquistada etapa a etapa e exige do interessado mais dedicação do que inspiração.

Primeira etapa

A primeira etapa consiste em um processo de reaprendizagem – ou aprendizagem, para quem ainda não tem a habilitação. Acompanhado de um professor de autoescola – que é, ao mesmo, Assistente Terapêutico (AT) – e em local tranquilo, o paciente aprende todos os comandos do veículo, a sair com ele, fazer curva, ré, subida, gradativamente. Nesta e na próxima etapa, é usado o carro da Clínica.

Segunda etapa

Depois de aprender os principais comandos do veículo, o paciente começa o enfrentamento de trânsito. Sempre acompanhado de um AT, ele faz percursos e aprende a reduzir, usar os espelhos e a fazer manobras.

Terceira etapa

Para essa fase, a das tarefas, o paciente precisar usar o próprio carro. Acompanhado do terapeuta, ele começa dando uma volta em seu quarteirão. Em seguida, sozinho, deve fazer o percurso todos os dias, por 15 dias. Ele deve também possuir um diário de sua experiência, anotando as sensações sentidas dia a dia.

Quarta etapa

Nessa fase, é hora de o paciente inserir o veículo em sua vida. Ele deve listar 10 lugares (de sua rotina) onde gostaria de ir de carro. Com o terapeuta, ele estudará as características dos dez percursos: mais perto, mais distante; o que desperta mais e menos ansiedade etc. Se ainda houver algum medo, é possível fazer, em aula, os trajetos com o AT.

E então, motivado? Que tal, agora, você dar o primeiro passo?

fonte: temmais.com

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