
O carro está entre os sonhos de consumo de todo brasileiro e, com as taxas de juros dos financiamentos caindo e o corte nos impostos, ele nunca foi tão real. Mas o consumidor, mesmo na euforia da compra, precisa levar em conta várias ponderações, inclusive, a facilidade de revenda do veículo. Alguns acessórios, por exemplo, são muito caros e podem até desvalorizar o carro na hora de passá-lo para frente.
Faróis de Xenon, DVD, GPS, são algumas adaptações que na hora da venda nem sempre valorizam o veículo. Primeiro, depende do comprador, que pode gostar ou não de veículos mais personalizados. Depois, depende do vendedor para convencer o cliente. Mas há alguns acessórios que sempre aumentam o preço do carro.
Na hora da compra, o carro com ar condicionado vale, no mínimo, R$ 1 mil a mais. Com bancos de couro, o valor aumenta em média R$ 500. Com vidro elétrico, trava elétrica e alarme também. Direção hidráulica significa mais R$ 1 mil.
O que não vale a pena o investimento: “O acessório que descaracteriza o original já não é bom. Por exemplo, uma roda muito grande, spoilers, muita iluminação acabam desvalorizando”, explica o gerente de concessionária Joanino Nunes.
Alguns itens facilitam a venda do carro usado, mas não aumentam o preço, como rodas de liga leve e faróis de milha. A pintura metálica custa em torno de R$ 900 no carro novo, mas na venda do usado não tem acréscimo. Em São Paulo, por exemplo, carros brancos valem de R$ 2 mil a R$ 3 mil a menos por serem confundidos com os táxis.
Nas concessionárias, acessórios não originais fazem o carro perder valor. Mas para quem é aficionado, o importante não é o retorno financeiro.
Fonte: www.g1.com.br

Nenhum comentário:
Postar um comentário